[sobreventos]

O vento se dispersa pela sua rapidez ou é apenas uma característica?

Archive for the ‘[novos ventos e interesses]’ Category

[apartamento]

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Não é Twitter, mas direto da Caixa Econômica, estou com os antigos proprietários para assinar o meu contrato para a compra do apartamento do Belenzinho.

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Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[28, agosto | 2009] at [10:33 am]

[trabalhos de alunos]

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Abaixo, link para produções dos meus alunos de RTV nas disciplinas de Criação e Produção em Rádio e Oficina de Expressão em Imagem e Som I.

Papo Profissional – RTV
Papo Profissional – Arquitetura e Urbanismo
Família C. da Silva

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[24, junho | 2008] at [3:54 am]

[timbuktu, de paul auster]

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Mr. Bones não odiava Willy G. Natal, seu antigo dono, por uma vida inteira sem regalias e pelos descuidos com sua saúde. Mr. Bones o amava pela forma como ele o tratava. Mesmo desatendo às suas necessidades caninas, ou vivendo como um, Willy via em Mr. Bones um confessor, alguém cujos pensamentos eram parecidos.

A vida com Willy tinha sido boa, mas talvez esta agora [com Polly] fosse ainda melhor. Pois a triste verdade era que poetas não dirigem e, embora viajem muito a pé, nem sempre sabe aonde estão indo (Timbuktu, 114)

Depois que Willy partiu para Timbuktu – lugar para onde vão  os mortos segundo Willy – Mr. Bones não poderia supor que houvesse lugar melhor – lá, pelo menos, os cães falavam e ele poderia se expressar. Mesmo depois de encontrar Polly e ver nela um ser parecido com seu antigo dono, ele havia se preparou a vida inteira pra conhecer Timbuktu. É pra lá que ele deve ir.

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[1, fevereiro | 2008] at [2:03 pm]

[bolero, de Ravel, pela coreografia de Maurice Bèjart]

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Jorge Donn dança coreografia criada por Maurice Bèjart que morreu hoje em Lousanne, Suiça, aos 80 anos de idade.

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[23, novembro | 2007] at [12:44 pm]

[dose tripla: The man I love]

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Para Sandy.

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The Man I Love

Composição: George Gershwin/Ira Gershwin

someday he’ll come along
the man i love
and he’ll be big and strong
the man i love
and when
he comes my way
i’ll do my best to make him stay
he’ll look at me and smile
i’ll understand
and in a little while
he’ll take my hand
and though it seems absurd
i know we both won’t say a word
maybe i shall meet him sunday
maybe monday
maybe not
still i’m sure to meet him one day
maybe tuesday
will be my good news day
he’ll build a little home
just meant for two
from which
i’d never roam
who would, would you?
and so all else above
i’m wating for the man i love

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[21, novembro | 2007] at [11:46 pm]

[quase completo]

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Estou quase terminando o site dedicado à minha religião. Faltam pequenos ajustes, revisão de textos e a observação de algumas regras (hehehehe).

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[20, novembro | 2007] at [3:42 pm]

[o passado, de Babenco]

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Como já disse uma vez, detesto Carandiru (2003), penúltimo filme dirigido por Hector Babenco. Mas com a estréia de O Passado, achei que iria me reconciliar com o diretor de Lúcio Flávio, passageiro da agonia (1977), Pixote – A lei do mais fraco (1980) e O Beijo da Mulher Aranha (1984). Não foi desta vez. 

Grosso modo, a história de O Passado é uma visão machista sobre as relações pessoais. A trama se desenvolve em torno de Rimini (Gael Garcia Bernal) e de Sofia (Analía Couceyro). Separado do que considerava uma paixão de adolescente, Rimini tenta reconstruir sua vida e se envolve com outras mulheres. Aparentemente reticente, ao ser perseguido por sua ex-mulher, sua história sempre toma um rumo pouco determinado por suas vontades e desejos. É ela quem o destrói e o reconstrói segundo seus caprichos, vontades e submissão de fêmea.

O passado, el pasado, de Hector Babenco | O passado, el pasado, de Hector Babenco

Não se trata de um bom filme. Trata-se de uma história confusa, mal resolvida e cansativa em alguns momentos, não fosse pela beleza de Gael, a participação de Palo Autran em seu último filme, uma piada classista envolvendo a quiropraxia, e a cena em que Vera (Moro Angheleri) retira sua lente de contato diante da câmera. Como diria Inácio Araújo, em um texto que tenta colocar pernas num filme manco, uma cena quotidiana, mas pouco usual no cinema.

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[19, novembro | 2007] at [10:07 am]