[sobreventos]

O vento se dispersa pela sua rapidez ou é apenas uma característica?

Archive for the ‘[imagens]’ Category

[discurso que não se vê]

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Para Roland Barthes, a fotografia possui algo de inclassificável porque reproduz um momento que repete mecanicamente algo que não se repetirá existencialmente. Isso foi… Ela não é meramente uma foto, mas a foto que traz consigo seu referente, exigindo de quem a “lê” um saber ou uma reflexão.

Nas fotos abaixo, dois momentos mágicos.

1) Ser homenageado (off record) por alunos da FACCAMP.

2) Conhecer Goulart de Andrade.

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Meu ex-aluno Adão, na formatura da FACCAMP.

Goulart de Andrade na 4ª SECOMFAP

Goulart de Andrade na 4ª SECOMFAP

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[25, outubro | 2013] at [12:49 am]

Publicado em [brisas leves], [imagens]

Presentes…

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Parodiando Leila, Santa, Lopes, “nada contra, acho ótimo”…

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[26, abril | 2011] at [5:25 pm]

Publicado em [imagens]

[convite aniversário]

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Mais um aninho… Estão todos convidados. Me avisem para colocar o nome na lista.

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[5, junho | 2008] at [4:44 pm]

Publicado em [encontros], [imagens]

[essa desce redondo…]

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Skol na veia

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[27, janeiro | 2008] at [10:54 pm]

Publicado em [imagens]

[imagens centrais]

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Lhes apresento Amanda.

Amanda, Iguana

Ela mora no Zoológico do Bosque dos Jequitibás no centro de Campinas, mesmo espaço também freqüentado pelo tio do auto-falante.

Tio do auto-falante

Queria era uma câmera mais potente para conseguir capturar melhores imagens desses personagens.

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[9, janeiro | 2008] at [7:54 pm]

Publicado em [imagens], [lugares]

[imagens e significados]

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Selecionando fotos para o site, me deparo com uma série delas e tento resgatar seus momentos.

A primeira, de julho de 2004 (que prefiro reservar), como um puntum barthesiano, me faz escolhê-la como pano de fundo da área de trabalho. Trata-se do primeiro registro mais intenso em que apareço praticando aquela que escolhi como minha religião. Nela, estou beijando a mão (pedindo benção), ajoelhado, diante daquela que escolhi como mentora espiritual. Atrás dela, a folha de uma palmeira desenha um halo verde que, para aquela foto, serviu como sua coroa de rainha. Seus olhos miram o topo da minha cabeça e, por vezes, chego a sentir a aproximação de seus lábios para beijar a minha fronte. Uma ação corriqueira, mas com um significado especial, ao menos pra mim.

Outra foto, impressa e recebida de além-mar. Desta vez, ao lado de David. Junho de 2007, três dias depois do meu aniversário, e estou no Rio de Janeiro, no Pão de Açúcar. Não se vê nada atrás de nós dois, apenas uma nuvem espessa que insistia em obstruir a linda paisagem do maior cartão postal do Brasil. Eu, de branco, David, de estrangeiro viajante. Nela, estou de cabelo cortado. Atitude que, talvez, seja o reflexo equivocado de uma história com a qual não soube lidar naquele momento, mas foi a minha forma de reagir a ela. Nessa foto, me reconheço pelos aspectos físicos, mas confesso não me reconhecer tanto. Geralmente não se vê nada em meio ao nevoeiro, mas ainda assim insistimos em seguir adiante. Foi o que o Rio naquele mês significou pra mim, um nevoeiro. Desde lá, não mais cortei o cabelo.

Outra foto, desta vez em Cuiabá. Novembro, 2007. No dia em que retornei de viagem, fui com mamãe numa festa na casa de sua amiga, Rosa. Lá, tirei uma foto, com o celular, de meu rosto e de minha mãe. Fotos banais de celular em que nossos rostos se encontravam. Nela, é possível ver o mesmo semblante cansado nos nossos rostos, com a diferença das idades, mas uma como se fosse o reflexo envelhecido/rejuvenescido do outro. Estamos lindos, mas cansados.

Essa foto tem um significado bastante denso. Nela vejo, após a morte do meu avô, o maior referencial daquela mulher que me criou, eu. Só, confesso, não estou preparado para isso.

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Mas, característica dos momentos atuais, não tenho tempo ou escolhas a fazer, apenas seguir adiante e aguardar por novas imagens. Keep walking… Me desculpem pelo exagero.

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[26, novembro | 2007] at [3:32 pm]

[superlotação?]

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Veio Glub-Glub, mas Gary, meu Kinguio boné vermelho, namorado de Carrie (a estranha), morreu. Pior, sem dar sinal de ter ficado dodói.

Na foto, Carrie não está morta, apenas fazendo uma de suas presepadas. Gary está abaixo.

kinguio

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[29, outubro | 2007] at [10:43 am]

Publicado em [imagens], [observações]