[sobreventos]

O vento se dispersa pela sua rapidez ou é apenas uma característica?

Archive for the ‘[encontros]’ Category

[salinas]

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Salinas foi uma experiência fantástica. Não pela cidade em si, que efetivamente não tem nada de mais, mas pela minha coragem em percorrer 1200 km e conhecer, sem muita referência, a cidade que produziu uma das melhores cachaças do mundo, a Havana. Proibida de ser comercializada com o rótulo original, ela agora é engarrafada como Anísio Teixeira, nome de seu produtor.

Na foto, eu, e ao fundo a torre da igreja matriz. Na lembrança, bons amigos, paisagens e boas cachaças. Adoro!!!

salinas

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[25, agosto | 2009] at [1:30 pm]

Publicado em [encontros], [lugares]

[saudades]

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Lindo é o Azul da lembrança que terei de você.

Descanse em paz Irmã.

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[30, maio | 2009] at [8:08 pm]

[mudanças]

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Não sem susto, confesso, retorno a São Paulo. Quando pra cá vim para morar pela primeira vez, em 2004, sentia-me muito mais livre que hoje. Era como se eu merecesse o repouso intranquilo (pois é assim que vejo a capital) em uma terra de possibilidades e limites. Desta vez, o repouso toma vez de ansiedade. A terra que me oferecia espaços, lugares, encontros e desencontros agora se transformou no local onde irei atuar profissionalmente, onde deverei encontrar meus amores, amigos, espaços de alegrias e tristezas. Estarei preparado pra ela? Estará ela apta a me receber? Tempo.

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[28, abril | 2009] at [11:31 am]

[lâmina]

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A espada do ‘guerreiro branco’ corta o vento insistente. Do encontro, a lâmina se gasta e o vento muda de direção. Estarão certos?

lamina

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[28, abril | 2009] at [4:59 am]

[quase]

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Hoje assisti a uma palestra na FMU, faculdade na qual leciono neste semestre. O tema era a nova campanha publicitária da faculdade baseada num conceito retirado de um poema de Sarah Westphal Batista da Silva, estudante de medicina e moradora da cidade de Florianópolis.

Citado como de autoria de Luiz Fernando Veríssimo, o poema nada mais é que uma resposta de Sarah a um grande fora levado de um rapaz com quem ‘quase’ namorou no ano de 2002. Seja como for, mais pela intensidade do texto e pela sacada do publicitário, reproduzo o texto abaixo e a propaganda.

Quase

Ainda pior que a convicção do não, a incerteza do talvez, é a desilusão de um “quase”. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto! A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.

Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é
desperdiçar a oportunidade de merecer.

Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.

Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.

Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu!

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[24, abril | 2009] at [2:03 am]

[versões]

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Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[21, abril | 2009] at [3:41 am]

[sinédoque]

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Quando seus olhos não me encontram, preferindo a intensidade de sua alma, julgo irresponsável minha disposição frente aos seus excessos. Ou estaria eu contribuindo pra eles pois desaprendi a amar?

Written by Marcos Corrêa [Kiambu]

[20, abril | 2009] at [3:02 am]