[sobreventos]

O vento se dispersa pela sua rapidez ou é apenas uma característica?

Archive for Fevereiro 2008

[sobre Porto Feliz]

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Vestida de negro, estilo ‘dark’, uma aluna da faculdade de comunicação diz: - Você quer ver como Porto Feliz evoluiu? Tem dois elevadores na cidade agora.

Nada mais justo para a cidade da qual saíam as monções com destino aos ‘guiais’.

Escrito por Marcos Corrêa

[28, Fevereiro | 2008] em [9:48 am]

Publicado em [frases]

[tão s...]

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“A vida é uma life mesmo!”

Escrito por Marcos Corrêa

[24, Fevereiro | 2008] em [10:57 am]

Publicado em [frases]

[derrubado pela brisa]

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Para um cuiabano como eu, que conviveu por vinte e quatro anos com temperaturas nada baixas, pode soar estranho dizer que um ventilador pode me derrubar. Mas é bem verdade. Acostumado desde 2002 ao ‘inverno’ campineiro, raramente (conto nos dedos os dias) uso ventilador. Hoje, dois dias seguidos tentando me acostumar a um, amanheço bem congestionado e querendo minha casa.

Escrito por Marcos Corrêa

[24, Fevereiro | 2008] em [10:53 am]

Publicado em [brisas leves]

[frases e chateações]

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Ontem fiquei chateado porque não pude acompanhar meus ‘CORPINHOS DE PASSEIO’ e ver seus ‘COTOVELOS’ apoiados nos balcões de bar.

Escrito por Marcos Corrêa

[22, Fevereiro | 2008] em [12:44 pm]

Publicado em [frases], [observações]

[pink]

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Pink Panther ou Pink Lion?

pink panther

Acordei com a musiquinha na cabeça…

Escrito por Marcos Corrêa

[18, Fevereiro | 2008] em [11:30 am]

Publicado em [brisas leves]

[oswaldo]

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Ele chegou tarde, mas foi recebido com muito carinho. Veio como ‘lembrança’ de uma excelente festa ocorrida em julho. Glub-Glub, nome recebido pela sua antiga dona, foi rebatizado de Oswaldo quando aqui chegou em novembro. Irmão adotido dos gêmeos Gary e Lary e de Carrie, a estanha, morreu ontem.

Glub glub | Glub glub

Escrito por Marcos Corrêa

[15, Fevereiro | 2008] em [8:39 am]

[from Válery]

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Na minha saga de surrupiar frases alheias, esta veio de Valéria.

“Peão de obra é tudo de bom”

Escrito por Marcos Corrêa

[15, Fevereiro | 2008] em [8:17 am]

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[faixas, pros amigos, isso pode]

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Tudo bem que babacas no poder não escolhem partidos para aprontar das suas. Mas alguns se superam. A última, seguindo uma trajetória bem comum, veio de Gilberto Kassab, prefeito da cidade de São Paulo e membro de um partido que já nasceu carregado de pérolas, o ‘tal’ do DEM, dissidência do PFL de Toninho Malvedeza.

A lei “Cidade Limpa”, criada pelo próprio Kassab (o mesmo que quer proibir o trânsito de motocicletas nas marginais Pinheiros e Tietê e chamou de ‘vagabundo’ um morador da capital que protestava contra a referida lei), tinha por objetivo combater a poluição visual na capital. No entanto, o que a lei não previa era que ela não poderia valer para amigos, especialmente em ano de corrida eleitoral. Mas para casos como esse o que vale, aos olhos do prefeito, é a camaradagem, aliada, penso, ao seu indescritível cinismo.

A FSP (11/02) trouxe reportagem em que aponta o descumprimento, pelo próprio Kassab, da lei “Cidade Limpa” em beneficio um aliado político na Câmara de Vereadores. Intitulada (Kassab atropela lei e libera faixa de aliado), a reportagem traz a denúncia, aliada a declarações do próprio prefeito, em que fica claro o jeito Kassab de governar.

Faixa no bairro Capela do Socorro, Zona Sul de São Paulo.
(Fonte: FSP, 11/02/08)

Se não gosto de Kassab? Claro que não! Mas também ele me dá motivos. O que posso fazer?

Escrito por Marcos Corrêa

[11, Fevereiro | 2008] em [8:34 am]

Publicado em [observações], [politica]

[um leão na chuva]

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Talvez por um descuido meu, não observei seu corpo na prateleira onde guardo as lembranças e presenças que por aqui passam. Por um momento pensei que as peças que compõem minha coleção de suvenires fossem imóveis, movimentadas apenas pelas minhas vontades. Mas ao me ver dizendo besteiras para parecer mais ‘interessante’ aos seus olhos, percebi que meu deslize permitiu que voce pulasse da estante onde esteve desde segunda-feira passada e andasse na chuva a procura do caminho mais fácil pra me desconcertar.

Desgovernado por encontros vãos, recorri imediatamente ao espaço que você havia deixado. Propus lhe buscar na chuva, mas você veio por sua própria vontade e foi embora com suas prórprias pernas arriscando-se na chuva insistente que caía na manhã de domingo.

Ao despertar, tomei conta da sua fragilidade e propus lhe acompanhar pelas ruas encharcadas da forte chuva de verão que molhava a cidade. Naquele momento, queria bradar o seu nome, lhe propor algo bem mais arriscado. Mas a medida do que vivi, e talvez os riscos e prazeres do que penso ser hoje, travaram minha garganta no exato momento em que iria gritar o branco do seu nome. O que fiz apenas, em oposição ao vermelho do meu desgoverno, foi descer com o meu guarda-chuva e lhe buscar na porta do carro que dirigia. – Entre, eu disse. E você entrou.

Queria que você voltasse à prateleira, mas fiquei com receio de pedir pra você ladear com os outros brinquedos. Talvez você não recusasse a oferta ou eu o achasse diferente demais pra lá estar. Talvez você se ache pesado pra repousar nela, ou o espaço onde ficaria fosse pouco iluminado. O certo é que, independente do que ache, você não mais pertence à minha coleção e anda, com seu próprio automóvel, no cruzamento dos sonhos desinteressados.

Escrito por Marcos Corrêa

[11, Fevereiro | 2008] em [2:39 am]

[...]

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Saudades do mundo de ontem. Pressa do mundo de agora. Receio do mundo de amanhã.

É natural ser anacrônico?

Escrito por Marcos Corrêa

[11, Fevereiro | 2008] em [1:29 am]

[pós-carnaval]

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Caspa, sono, textos, projetos, planos de ensino…

O ano agora, realmente, começou.

Escrito por Marcos Corrêa

[7, Fevereiro | 2008] em [12:40 pm]

Publicado em [observações]

[timbuktu, de paul auster]

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Mr. Bones não odiava Willy G. Natal, seu antigo dono, por uma vida inteira sem regalias e pelos descuidos com sua saúde. Mr. Bones o amava pela forma como ele o tratava. Mesmo desatendo às suas necessidades caninas, ou vivendo como um, Willy via em Mr. Bones um confessor, alguém cujos pensamentos eram parecidos.

A vida com Willy tinha sido boa, mas talvez esta agora [com Polly] fosse ainda melhor. Pois a triste verdade era que poetas não dirigem e, embora viajem muito a pé, nem sempre sabe aonde estão indo (Timbuktu, 114)

Depois que Willy partiu para Timbuktu – lugar para onde vão  os mortos segundo Willy – Mr. Bones não poderia supor que houvesse lugar melhor – lá, pelo menos, os cães falavam e ele poderia se expressar. Mesmo depois de encontrar Polly e ver nela um ser parecido com seu antigo dono, ele havia se preparou a vida inteira pra conhecer Timbuktu. É pra lá que ele deve ir.

Escrito por Marcos Corrêa

[1, Fevereiro | 2008] em [2:03 pm]

[universia play]

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Universia Play 

O site da Universia Brasil, maior rede de universidades e oportunidades em educação do Brasil, lançou um game muito interessante. Trata-se de um teste de memória com músicas das aberturas de novelas, seriados, hinos de futebol e desenhos animados. Não há nenhum prêmio para quem joga, mas com certeza rende boas lembranças. Para jogar basta acessar o Universia Play. Bom divertimento.

Escrito por Marcos Corrêa

[1, Fevereiro | 2008] em [12:05 pm]

Publicado em [internet], [música]